Sem dúvida, a revolução móvel trouxe para as empresas novas formas de trabalho, aumentando a eficiência, produtividade e a capacidade de resposta dos funcionários. A mobilidade em si oferece maneiras inovadoras de conquistar negócios e vantagens competitivas, criando novos serviços, aprimorando as ofertas, otimizando o acesso e flexibilizando as operações.

Por outro lado, assim como os computadores, os smartphones estão suscetíveis a uma ampla variedade de ataques cibernéticos, desde invasões remotas até publicidade maliciosa e aplicativos corrompidos.

É por isso que manter a segurança de dados em smartphones corporativos é uma tarefa que deve ser encarada com seriedade e estratégias eficientes.

Quer saber um pouco mais sobre o assunto? Acompanhe este artigo!

Os riscos para um negócio

O mundo da segurança cibernética está progredindo a uma velocidade vertiginosa e, ao mesmo tempo, os avanços em tecnologias estão se tornando cada vez melhores em ajudar os hackers e os cibercriminosos a explorar brechas de segurança de dados.

Um incidente envolvendo um smartphone perdido ou roubado pode se transformar em um grave problema de segurança, envolvendo potencialmente o acesso não autorizado a dados, correio de voz, chamadas não autorizadas e uso inadequado da internet. Um risco adicional é a ameaça de espionagem.

Tudo isso torna a segurança para dispositivos móveis muito importante. Quanto mais os funcionários e contratados usam os smartphones para acessar sistemas, aplicativos e dados organizacionais, mais importante é a proteção a esse acesso.

As empresas, portanto, devem reavaliar cada controle do ponto de vista de um invasor, a fim de desenvolver regras e proteções mais eficazes para limitar os riscos que os smartphones representam.

Qual é a importância da segurança de dados em smartphones corporativos?

Considerando que os dispositivos móveis estão, na maioria das vezes, sendo utilizados ​​fora do perímetro da empresa e, portanto, fora de seus firewalls, o gerenciamento de ameaças, spam e filtragem de conteúdo e outras ferramentas devem ser usadas para manter os riscos à distância. É fundamental aplicar uma série de técnicas recomendadas para minimizar a exposição ao risco e a perdas.

Embora seja desafiador, existem estratégias recomendadas de segurança móvel que podem ajudar a proteger os smartphones corporativos e seus usuários contra exposição indesejada ou divulgação não autorizada do IP da empresa, de segredos comerciais ou vantagens competitivas.

Quais são as melhores práticas?

Existem algumas práticas que visam proteger os dados e aplicativos com os quais os usuários móveis precisam interagir, sobretudo no ambiente corporativo. Conheça, a seguir, as principais.

Autenticação multifator

A autenticação multifatorial é um sistema de segurança que requer mais de um método de autenticação — de categorias independentes de credenciais — para verificar a identidade do usuário no momento de efetuar um login ou outra transação.

Ela é essencial para qualquer aplicativo corporativo que armazene, processe ou acesse dados corporativos confidenciais ou informações pessoalmente identificáveis.

Um aplicativo móvel de autenticação multifator requer que os usuários forneçam várias credenciais independentes para usar o aplicativo ou acessar seus dados. A autenticação multifator adota uma abordagem de segurança em camadas, o que dificulta o acesso de pessoas não autorizadas a informações confidenciais.

Uma configuração de autenticação multifator pode incluir:

  • nível básico: senhas, números de identificação pessoal — PIN —, frases de segurança;

  • nível intermediário: certificados digitais — smart card —, cartões de códigos numéricos, tokens de segurança, códigos enviados para o celular via SMS etc.;

  • nível avançado: impressão digital, reconhecimento facial, padrão de voz, reconhecimento de assinatura ou outras formas biométricas.

Criptografia

A maioria dos especialistas recomenda que todas as comunicações com dispositivos móveis sejam criptografadas, simplesmente porque as comunicações sem fio costumam ser muito fáceis de interceptar e espionar.

Uma recomendação avançada, inclusive, é que qualquer comunicação entre um dispositivo móvel e uma empresa, sistema ou serviço baseado em nuvem exija o uso de uma VPN — rede virtual privada — para que o acesso seja permitido.

As VPNs não apenas incluem forte criptografia, mas também fornecem oportunidades para registro, gerenciamento e autenticação robusta de usuários que desejam usar um dispositivo móvel para acessar aplicativos, serviços, desktops ou sistemas remotos.

Restrição dos dados corporativos em smartphones

Além das configurações técnicas já citadas, uma forma de as empresas garantirem a segurança de informações importantes é definindo quais tipos de dados podem ou não ser processados ​​em sistemas operacionais de smartphones.

Essa mesma política pode definir o modelo de entrega dos aplicativos e dados, com base nos tipos de aplicativos, na função do funcionário, na localização e no tipo de smartphone.

Outro fator importante a ser destacado é que alguns funcionários podem desejar utilizar apenas um telefone e optar por integrar aplicativos de trabalho e pessoais em um único dispositivo. Embora isso possa incentivar uma maior eficiência e produtividade, já que todos os documentos e aplicativos necessários estarão em um único local, isso pode deixar os funcionários mais vulneráveis ​​a ataques.

Limitar o uso de aplicativos não comerciais pelos funcionários pode diminuir esse risco, mantendo o aparelho móvel estritamente para trabalho.

Atualizações dos sistemas operacionais

Tanto o iOS quanto o Android atualizam regularmente seus sistemas operacionais, seja para uma pequena correção de bug, seja quando uma nova versão do software é lançada.

Certificar-se de que os dispositivos da empresa estão atualizados é uma obrigação de segurança. Isso garantirá que todos os smartphones estejam executando o software ideal e que quaisquer erros ou falhas de segurança sejam resolvidos.

Enquanto os dispositivos que executam o iOS, da Apple, são capazes de definir atualizações para acontecer durante a noite, a maioria das atualizações em ambos os sistemas operacionais exigirá que o procedimento seja feito manualmente.

Ambos os sistemas operacionais notificam quando uma atualização estiver vencida, mas cabe ao usuário executar a atualização. Isso significa que é preciso lembrar os funcionários e atualizar os dispositivos compartilhados.

Por fim, para todas as empresas, independentemente do porte, a escolha do provedor pode ser significativa, já que o contrato pode fornecer padrões mínimos de confiabilidade de serviço, substituição de dispositivos e segurança da informação, como criptografia e backup. Então, a escolha da parceria ideal também faz parte de uma boa estratégia de segurança de dados em smartphones.

Quer aumentar o nível de segurança dos celulares corporativos da sua empresa? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo nessa tarefa!