Hoje, quando olhamos para o mercado, em meio a essa crise sem precedentes, vemos empresas buscando novas formas e modelos de atuação,  procurando por soluções inovadoras, entregando e garantindo a disponibilidade da operação, e o principal, buscando incansavelmente a redução dos seus custos e aumento da eficiência operacional.

Mas, numa analise lógica, não deveria ser a área de TI a responsável por apoiar, entender as necessidades e trazer soluções que poderiam mudar diversos modelos de negócios? Não deveriam esses gestores ao invés de estar pensando que o BIG DATA vai processor 6M de transações por MS, olhar e analisar que isso, necessariamente aumentaria a possibilidade de obter mais receitas em 30%? Porque ainda não conseguimos ultrapassar esse abismo? O que falta?

Há anos vejo esse como um desafio do futuro, mas porque não chega?
O próprio Amit Pandey, afirma que os CIO’s e outros líderes de tecnologia terão, forçosamente, que renovar a forma como aproximam a TI das áreas de negócios se quiserem que as empresas para as quais trabalham mantenham o ritmo e continuem competitivas.

“Eles vão precisar purgar sistemas legados que dificultam a agilidade e abraçar a transformação digital na forma da internet das coisas (IoT), inteligência artificial e outras “tecnologias de terceira plataforma” (como a IDC chama o modelo SMAC).”

O que será isso, como implantar? Porque implantar? Estamos prontos?

E exatamente nessa última pergunta, “Estamos prontos?” é que vejo grandes dificuldades. Hoje mesmo, falando de velhos problemas, como um gestor poderá pensar em novas estratégias, alinhar com o negócio, entender as necessidades de seus clientes externos? Acredito que se fizermos uma enquete para todos os gestores de TI, perguntando: você sabe exatamente quantos ativos de TI você tem no seu parque? Você sabe quanto gastou com eles? O seu famoso TCO? E olhando para um cenário próximo, quanto vai precisar gastar? Por quê? Para que?

Com certeza, por diversas razões, muitos não terão essas informações na ponta da língua. A verdade é que ao longo dos anos, os investimentos em ativos de TI aumentaram com a geração de demanda, porém não se pensou estrategicamente em como seria a gestão desses investimentos. Como garantir a disponibilidade? De quanto em quanto tempo teremos de atualizar?

Isso tudo me remete a um primeiro e simples questionamento, ativos de TI são investimentos ou despesas? Ouço muito, são investimentos! Questiono, será? Terá de ser reinvestido em menos de 5 anos? A probabilidade é grande, vai atingir a demanda ou pode ser que seja necessário aumentar? Ou diminuir? Quanto custa? Muitos vão dizer, tenho caixa para comprar, ou consigo taxas diferenciadas!

Posso até concordar, mas para que investir em Ativos de TI, porque não investir em P&D  por exemplo? Outro ponto, reduz teoricamente esse custo por 01 ou 02 anos, e depois? Terá de investir novamente para ter outra redução? Será que vai ser redução? Pois a depreciação do primeiro ativo ainda estará ocorrendo, então teremos duas depreciações para um ativo em funcionamento? Como funciona isso? Como fica essa gestão?

Pois bem, nesse sentido, vejo no modelo de outsourcing uma grande ajuda, porém não basta somente contratar, é necessário implantar o outsourcing internamente. É necessário rever os seus processos, é necessário rever a forma de controle desses ativos, como serão controlados, quem vai usar e porque usar. Qual o processamento adequado? Qual a disponibilidade adequada? Nós da Agasus, somos especialistas em fornecer ativos de TI como serviço, ajudamos na implantação de processos de controles, temos ferramentas próprias, não para controlar a memória, processador, mas sim a gestão, damos a possibilidade de você saber quanto gastou, quanto vai gastar, com quem esta gastando, e com isso, podemos facilitar muito a gestão e liberar a “massa cinzenta” para pensar em modelos de negócios, novas soluções.

Deixe que esse velho problema seja administrado por alguém que tenha o know-how e que se desenvolve para isso. Mas não se engane, não fazemos milagres, será necessário implantar, ou seja, rever políticas de solicitações de ativos, de software, após isso, temos o necessário para manter seu processo “em pé e rodando”, o famoso On Going.

Conheça o nosso modelo, nossas ferramentas, nós conseguimos explicar detalhadamente a diferença entre Locação e Leasing, ou OPEX x CAPEX.

 

Leonardo Muller
Diretor