Hardware as a Service ou leasing operacional

Uma das principais vantagens do mercado atual de negócios em TI é a versatilidade para buscar soluções de acordo com suas necessidades. Neste post, vamos abordar dois modelos específicos e compará-los. Ao final, você poderá escolher o seu preferido na disputa Hardware as a Service versus leasing.

Duas importantes inovações, o HaaS e o leasing operacional têm se destacado entre os gerentes de TI que preferem opções alternativas ao anterior modelo de adquirir todos os ativos diretamente, desembolsando altos valores. Vamos conhecer mais sobre eles. Confira!

O que é HaaS?

Primeiro, é uma boa ideia esclarecer o significado da sigla: HaaS é Hardware as a Service ou, em português, Hardware como Serviço. Nesse modelo inovador de negócio, o cliente não é obrigado a investir seu capital na aquisição direta de equipamentos.

Assim, o HaaS é um modo inovador de reforçar a infraestrutura interna de tecnologia das empresas. Seu principal diferencial é eliminar, justamente, o estresse e as despesas de compra de hardware.

É bom lembrar que realizar a compra dos equipamentos acarreta dores de cabeça futuras, como o transporte de peças pesadas para a manutenção, além da paralisação de alguns dos serviços até que os profissionais reparem essas peças. Com o HaaS isso não acontece, já que a companhia que repassa os aparelhos tem de zelar diretamente por eles.

Por fim, essa solução de gerenciamento se destaca pelo preço bem mais acessível em relação à compra definitiva dos equipamentos de hardware. Desse modo, fica fácil concluir que, com esse modelo próprio de negócio, o gestor de TI e seus colaboradores ficam liberados para se concentrarem na obtenção direta de resultados e na busca pela inovação.

Como funciona o HaaS?

Basicamente, o HaaS funciona como uma espécie de contrato de aluguel, que cobre as ações de manutenção e suporte. Ele se notabiliza pelo uso das soluções digitais mais avançadas do mercado. Nesse modelo, o hardware é instalado no site do cliente junto de um contrato de nível de serviço entre o cliente e o provedor de serviços gerenciados.

No Haas, os fornecedores comercializam pacotes que contam com os equipamentos, instalação e suporte técnico, entre outras funcionalidades. De forma ágil, é firmado um contrato de período predeterminado entre o fornecedor de hardware e o cliente, pelo qual o fornecedor se responsabiliza pela TI.

Primeiro, é interessante notar que, apesar de a sigla estar em alta hoje, o conceito já existe há décadas. Quando a operadora de TV a cabo ou internet substitui seu modem antigo, ou quando a companhia telefônica inclui um aparelho novo em seu plano, essencialmente, elas estão fornecendo hardware juntamente do serviço.

Equipamentos de TI ultrapassados podem custar muito caro para o negócio. Podem gerar queda de produtividade, receitas mais baixas e até levar à perda de dados. O HaaS é, em essência, a locação dos aparelhos de que sua empresa precisa, como servidores, laptops, smartphones e impressoras, dispensando a necessidade de comprá-los.

Quase sempre, o HaaS vem acompanhado de um contrato que detalha todas as questões relacionadas ao suporte. Além disso, ele é, de modo geral, acompanhado de um Service Level Agreement (SLA), destinado a atender as preferências da sua empresa e mitigar as preocupações que acompanham novas parcerias.

Quando o HaaS é indicado?

O HaaS é especialmente indicado para os gerentes de TI que querem ter à mão equipamentos e uma infraestrutura de ponta da forma mais rápida possível, mas sem precisar desembolsar muito dinheiro com a aquisição total. Além disso, é interessante para os gestores que não querem ter que se preocupar com a necessidade de manutenção e atualizações constantes.

O HaaS é, financeiramente, um meio mais fácil de acesso a equipamentos avançados. Um dos principais obstáculos para adotar uma ampla equipe interna de TI é o custo elevado dessa operação. Esses gastos envolvem não só a remuneração dos profissionais, mas também a aquisição de múltiplos ativos físicos.

Com o aluguel do hardware, porém, você se livra do aumento progressivo dos gastos com ativos físicos e com o treinamento requerido para atingir o nível de conhecimento exigido por uma implementação totalmente interna das peças.

E de quais equipamentos estamos falando? Bom, vai de impressoras e scanners até servidores inteiros, tudo de acordo com as necessidades do contratante. A Spiceworks, uma comunidade online de desenvolvedores e profissionais de tecnologia, informa que nos Estados Unidos, por exemplo, são as impressoras potentes as peças mais requisitadas.

Esse é um exemplo interessante, já que é um motivo crucial para explicar como HaaS floresceu nos Estados Unidos e se espalhou para o mundo. Impressoras são hardwares com manutenção complicada, o que motivou a busca por soluções terceirizadas que pudessem assumir esse tipo de tarefa.

Contudo, como mencionamos, outros equipamentos também são bastante utilizados, como notebooks e desktops. É por conta dessa versatilidade que o HaaS tem se tornado tão recorrente

Isso se explica pelo fato de que, em vez de realizar uma compra pesada, as organizações estão se conscientizando de que é melhor contratar alguns serviços pontuais e deixar todas as manutenções e atualizações por conta da empresa que repassa as peças.

Assim, é possível tornar as despesas gerais mais previsíveis, facilitando a construção de metas mais precisas. É um reforço significativo também na busca de inovação e resultados melhores, pois permite a automatização de mais tarefas burocráticas dentro do seu negócio — liberando colaboradores talentosos para trabalhos mais desafiadores.

Quais são as vantagens do HaaS?

Esse modelo de negócio já rende estudos acadêmicos aprofundados, com análises publicadas em páginas como a Research and Markets. Nessa pesquisa, inclusive, os autores chegaram à conclusão de que esse mercado vai crescer a uma taxa anual de 26,8% durante o período compreendido entre 2019 e 2025

Porém, quais são realmente as vantagens que turbinam esse crescimento? Vamos conhecê-las.

Escalabilidade

Este item merece ser mencionado primeiro, pois resume todo o modelo de negócio que possibilitou a popularização do Haas. Podemos dizer que o conceito foi desenvolvido justamente por conta da escalabilidade no universo da tecnologia.

À medida que sua organização cresce e muda, suas necessidades tecnológicas também aumentam. Com o HaaS, você pode integrar múltiplos novos componentes de acordo com as suas preferências e o nível de produtividade desejado.

Assim, um dos principais motivos para a implantação nas empresas é a quantidade de atualizações tecnológicas requeridas para tirar o máximo de proveito das mais recentes soluções de hardware.

Como o HaaS é quase um sinônimo direto para escalabilidade, as demandas crescentes por atualização por parte da empresa são resolvidas sem traumas. É possível ter uma infraestrutura de TI eficiente sem deixar de acompanhar o avanço geral da tecnologia e da transformação digital.

Podemos citar como exemplo prático a segurança da rede corporativa. Como os ciberataques costumam se tornar cada vez mais sofisticados, é necessário que toda a estrutura de hardwares e softwares da companhia esteja devidamente atualizada para prover a proteção necessária. E, para vencer o desafio, surge a possibilidade de alugar os componentes correspondentes.

Economia financeira

A redução efetiva de despesas é, talvez, a principal razão do atual sucesso do HaaS. Com essa estratégia, as instituições podem alocar capital em outras funções e setores importantes para o negócio.

Além disso, é possível precisar o retorno sobre os investimentos. Isso porque as ações de manutenção e de melhorias no desempenho serão eliminadas do planejamento interno, sendo entregues à empresa parceira.

Segurança

Os serviços e componentes de hardware fornecidos nesse modelo de negócio incluem desde itens mais simples, como dispositivos móveis, até peças robustas, como servidores, passando por bens de infraestrutura de rede e backup.

É importante ressaltar o nível de profissionalismo das organizações que oferecem o HaaS. Além de zelarem pelos métodos e práticas de segurança que estão relacionadas à tecnologia, como a criptografia, essas companhias ainda operam sob certificações internacionais bastante exigentes.

Desse modo, é possível entender que suas soluções são sólidas o suficiente para garantir equipamentos com poucas vulnerabilidades — tanto físicas como em termos de segurança contra ciberataques.

Quando se trata de hardware e segurança de TI, o novo geralmente é melhor. A segurança de rede, por vezes, requer atualizações no aspecto físico e no lógico. Com o HaaS, é fácil atualizar para o hardware mais recente e reforçar essa segurança.

Se você também precisar de um appliance melhor, por exemplo, ou de componentes que melhorem a realização continuada dos backups, o HaaS é uma medida eficaz.

Fácil manutenção

Ao incluir em sua empresa o modelo HaaS, não é mais preciso se preocupar com a manutenção dos seus hardwares. Isso reduz significativamente o dinheiro investido, além de simplificar as operações tecnológicas.

Ganho de produtividade

Com uma maior gama de recursos, sem elevar efetivamente os gastos, as empresas ganham muito em produtividade. Fica mais fácil automatizar processos, transferindo os colaboradores para trabalhos relacionados ao core business da organização.

Um dos fatores determinantes para a adoção do Haas é que você obtém a garantia de atualizações regulares com as soluções de hardware mais recentes. E isso significa melhorias regulares e updates destinados a otimizar o desempenho sem que você tenha que fazer investimentos adicionais de capital.

Descarte de soluções obsoletas

Uma solução HaaS inclui não apenas reparo ou substituição de hardware quebrado, mas também atualizações oportunas para a tecnologia de ponta. Isso elimina um problema bastante recorrente no mercado de TI — isto é, quando há a compra de ativos físicos sem a previsão de checagens periódicas no estado das peças.

Locação de notebooks, computadores e smartphones - Hardware as a Service ou leasing operacional: saiba o que avaliar!Powered by Rock Convert
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Como já afirmava a popular lei de Moore: você não pode esperar ter sucesso no cenário de negócios de amanhã usando as ferramentas de ontem. Sendo assim, o HaaS é uma ótima maneira de se manter atualizado com a tecnologia de ponta específica para seus objetivos e necessidades de mercado e de negócios.

E isso envolve a renovação de diversos equipamentos, desde copiadoras e impressoras multifuncionais até servidores, computadores, periféricos e muito mais. Os gerentes de TI podem até mesmo conseguir um capital extra com a comercialização de algumas dessas peças mais antigas.

O que é leasing operacional?

Muitos já devem ter lido sobre um tipo de contrato conhecido como “arrendamento mercantil”, que figura na legislação brasileira. Esse serviço é também chamado leasing operacional e, nesse modelo de negócio, as partes envolvidas são o arrendador e o arrendatário (o cliente).

Assim, o arrendador realiza a compra do bem escolhido pelo arrendatário, que vai utilizar devidamente o equipamento durante um período de tempo acordado entre as duas partes e mediante ao pagamento de uma contraprestação específica.

Dessa forma, podemos definir o arrendador como o proprietário direto, enquanto o arrendatário é aquele que utilize o serviço ou bem contratado durante a vigência de um determinado contrato. É importante notar que o leasing operacional incluir ou não a opção de compra efetiva — com um prazo mínimo de 90 dias e com a percentagem máxima de 75% vida útil do equipamento arrendado.

Como ele funciona?

Ele se diferencia de outro modelo similar, conhecido como leasing financeiro, justamente por causa dessa cláusula opcional de compra ao final do período acordo de utilização do equipamento.

Além disso, no leasing financeiro, são três as partes envolvidas, pois há o arrendador, o arrendatário e o fornecedor do bem. Na opção operacional, o acordo é direto entre o provedor do bem e o cliente. Por isso, é importante diferenciar as duas modalidades.

Isso acarreta outra mudança significativa: mesmo que o cliente decida comprar o equipamento arrendado ao final da duração estipulada em contrato, o leasing não é considerado uma operação pura de financiamento. Assim, a boa notícia é que ele é uma opção isenta de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Contudo, é importante esclarecer que essa exceção não se sustenta se a compra for feita antes do prazo mínimo — de 90 dias. Nesse caso específico, o acordo não é mais considerado uma operação de leasing e se transforma em uma transação comum a prazo.

Quando ele é recomendado?

Ao contrário do que ocorre com o HaaS, as despesas com manutenção, assistência técnica e serviços do tipo são de responsabilidade, de modo geral, da arrendatária. Assim, o leasing operacional é uma boa opção para os gerentes de TI que não se importem em arcar com todos os custos relacionados ao suporte.

O leasing combina mais com os gestores que desejam comprar efetivamente o bem após o contrato. A regra de ter 75% do equipamento já arrendado para a realização da aquisição total favorece essa opção.

Desse modo, diferentemente do que ocorre com o HaaS, o leasing operacional é, praticamente, a compra do produto, mas de um modo em que o valor das parcelas seja mais amigável com o arrendatário.

Quais são os benefícios do leasing operacional?

Agora, vamos nos concentrar nos diversos benefícios que os clientes obtêm por meio desse tipo de negócio.

Flexibilidade financeira

O leasing operacional se notabiliza por não exigir o desembolso de valores muito elevados ou o compromisso com inúmeras parcelas logo de cara. Isso não acontece com a compra de ativos, principalmente peças de hardware.

Desse modo, é possível transferir parte do fluxo de caixa para outras despesas críticas na organização, como gastos dedicados exclusivamente à manutenção das pessoas e custos rotineiros, como licenças próprias de softwares e gastos gerais com impressoras.

Terceirização do descarte de equipamentos obsoletos

O descarte de equipamentos obsoletos é um assunto complexo. Basta notar que, muitas vezes, não sabemos o que fazer nem com as nossas próprias pilhas após o uso. Quando falamos de hardware, o tema se torna ainda mais complicado, já que essas peças não podem ser simplesmente largadas em qualquer lugar.

Lixos advindos da produção tecnológica são bem mais tóxicos que outros tipos de descartes, já que as peças físicas costumam durar muito. Nesse caso, um contrato de leasing operacional vai favorecer as empresas mais sustentáveis, já que poderá prever meios mais seguros e ecológicos para se desfazer dos equipamentos.

Esse cuidado também é aplicado em dados sensíveis dentro das máquinas. Muitas informações são deletadas, mas ainda permanecem no disco rígido. Com o contrato de arrendamento, os profissionais saberão lidar com esses elementos.

Proteção contra tecnologias inadequadas

Nem sempre é fácil introduzir novas e disruptivas tecnologias na empresa sem qualquer “trauma” para a infraestrutura já existente. Assim, uma ferramenta de ponta não é, necessariamente, um reforço para os seus sistemas.

Assim, um software específico ou até mesmo um sistema operacional pode não se encaixar com os arquivos da companhia. Nesse caso, a empresa perderia tempo tentando realizar esse ajuste e prejudicaria suas operações e a produtividade.

Porém, com o leasing, o negócio tem a liberdade de se livrar com maior facilidade dessas inadequações. Isso se explica, também, pelo fato de que esse tipo de problema se torna ainda mais sério quando há uma compra definitiva, o que não ocorre com o arrendamento.

Vantagens fiscais específicas

Mencionamos a isenção de IOF que já garante, por si só, uma vantagem significativa. Além disso, o arrendamento é interessante por reduzir os gastos da sua empresa com investimento direto e capital social. Como se não bastasse, a mensalidade do serviço configura despesa operacional — deduzida do Imposto de Renda.

Como o leasing operacional precede ou não a compra definitiva do bem, o gestor não precisará se preocupar com a queda de desempenho do equipamento de acordo com a evolução das demandas do mercado de tecnologia.

Quais são as diferenças entre HaaS e leasing operacional?

Em termos práticos, o leasing se assemelha muito ao processo de compra. Isso acontece porque o consumidor toma posse do hardware, faz a entrega (o processo também conhecido como deployment) do ambiente operacional, e é o responsável pelas rotinas de gerenciamento e manutenção.

Ao fim do contrato, o arrendamento cria uma oportunidade natural de vendas, na qual o cliente faz uma escolha entre ficar com o equipamento ou substituí-lo.

Há, também, semelhanças nos dois serviços. Em ambos, os clientes realizam pagamentos regulares a um fornecedor direto. Porém, quando falamos sobre os benefícios do HaaS, há um pacote extra de funcionalidades, já que a empresa locatária provê serviços extras — e a possibilidade de negociar a contratação de um inventário de aparelhos.

Porém, a diferença fundamental entre as duas abordagens é que, no leasing, a empresa efetivamente adquire o hardware como um produto, ainda que não realize uma compra de fato. Já no HaaS, é nítida a ocorrência de locação de um serviço completo, representado pelo ativo físico — como o aluguel notebook ou até um servidor, por exemplo.

Hardware as a Service versus leasing: quem vence?

Embora as duas opções sejam revolucionárias em termos de melhoria na infraestrutura interna, o HaaS surge como a alternativa mais robusta para gerar oportunidades de negócio. Isso se explica pelos serviços extras agregados ao contrato geral, o que não acontece com tanta frequência nas soluções de TI associadas ao leasing.

É importante notar que, com o HaaS, a empresa adquire não apenas ativos físicos, mas múltiplas funcionalidades que fazem muita diferença na hora dessa escolha. A possibilidade de contar com atualizações e upgrades pontuais é outro diferencial significativo.

Como se não bastasse, os contratos de HaaS permitem uma duração indefinida, o que garante toda a flexibilidade necessária para que as operações não sofram paralisações bruscas ao término do período acordado.

Assim, com as informações passadas aqui, o gerente de TI pode fazer a escolha com pleno conhecimento de causa. Contudo, com o HaaS, ele tem mais recursos para atender às demandas próprias do negócio, renovar a infraestrutura e fornecer aos colaboradores tudo que eles precisam para maximizar as oportunidades para expandir e inovar da empresa.

Para finalizar, no modelo Hardware as a Service, cabe ao fornecedor a responsabilidade pelas operações e pelas ações de manutenção. Atualizações, gerenciamento e substituições estão inclusos no pacote, garantindo um serviço mais completo.

Como uma empresa especializada pode ajudar?

Para firmar uma parceria com uma empresa séria, priorize as companhias que fornecem toda a estrutura necessária para o empreendimento completo: software, hardware, pessoas para TI e workplace. É importante, ainda, buscar quem ofereça toda a transparência necessária na cobrança das mensalidades.

Isso pode ser feito com a escolha de uma companhia que consegue entender suas necessidades, identificar perfis específicos de usuários e sugerir as configurações adequadas de acordo com a sua demanda.

Uma empresa assim vai compartilhar capacidade técnica destinada a gerar inteligência de negócio, equipamentos avançados e toda a segurança necessária para você operar. Para evitar dor de cabeça, procure quem cuida do agendamento da instalação e da ativação, com histórico de respeito aos prazos de entrega.

Percebeu como diversos fatores influenciam na batalha Hardware as a Service versus leasing? Como pudemos ver no post, tudo vai depender das suas prioridades. Um diferencial comum aos dois modelos é a flexibilidade necessária para tocar outros investimentos com o capital economizado — o outsourcing de TI é bastante vasto e se adapta perfeitamente às necessidades do cliente.

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